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terça-feira, 22 de junho de 2010

19.ª Edição de Torneio Rui Costa



O director desportivo e o técnico da equipa principal do Benfica defrontaram-se num jogo das meias-finais do Torneio Rui Costa. Jorge Jesus levou a melhor sobre Rui Costa, num jogo que foi decidido com um golo solitário, marcado por Vítor Costa, pai de Rui Costa.

No final da partida que deu a passagem à final do Torneio, Jorge Jesus realçou o bom ambiente vivido e ainda brincou com a derrota de Rui Costa: “A equipa de Rui Costa não teve andamento para nós… (risos) Foi uma brincadeira bonita e é assim que eu gosto de passar as minhas férias. Gosto de procurar os meus amigos e agora já me estou a preparar para dia 28, quando começar a pré-época.”

A jogar pelo Damaia Ginásio Clube esteve Rui Costa, que não ficou triste com a derrota: “É um orgulho e um prazer jogar neste Torneio. Quando é a brincar tudo vale a pena. O mais importante foi o convívio, por isso não me importo de perder.”

A equipa de Jorge Jesus e Vítor Costa vai marcar presença na final da 19.ª edição do Torneio Rui Costa, que decorre no Estádio José Gomes.

Fonte: SL Benfica

sábado, 20 de março de 2010

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

Calma!



(foto retirada do jornal record)


Enquanto os primeiros jogadores "encarnados" abandonavam o estádio em direcção ao autocarro, ouviram-se muitos insultos e assobios. Os primeiros visados foram Moreira e Yebda. Suazo foi o único jogador aplaudido à saída do recinto trofense. Rui costa saiu do carro onde ía e dirigiu-se à massa associativa Benfiquista presente a pedir calma e a dar a cara. Foi falar com a "sua gente"

“O que é que queres que eu faça!?! Achas que estou contente? Haja calma!!!” Estas foram algumas das frases disparadas ontem por Rui Costa em direção às centenas de adeptos irados, os quais não regatearam insultos aos técnicos e jogadores, nomeadamente a Binya (Suazo foi dos únicos a ser aplaudido; Quique fez um sinal de impotência com os braços), enquanto estes iam entrando no autocarro (protegidos pela GNR e seguranças privados).

“Vocês são uma vergonha”, entoava-se. O diretor desportivo começou por ser assobiado, acabando, todavia, por abandonar o estádio sob aplausos, após demonstrar coragem ao falar olhos nos olhos e de forma emotiva com os variados interlocutores.


Obrigado Rui por sentires o que sentimos ontem em Trofa. Obrigado por dares a cara.

«Temos que tomar medidas. Ninguém pode sair deste campo feliz pelo que fez. Ninguém»

sábado, 29 de novembro de 2008

O papel crucial do Director Desportivo

Rui Costa fez questão de estar perto do grupo no pior momento da temporada das águias. Assistiu ao treino com extrema atenção e, a seguir, almoçou com o plantel no Seixal. Todos trocaram opiniões e Rui Costa voltou a referir que a época "não está em causa" devido ao quase certo afastamento da Europa.

quarta-feira, 30 de julho de 2008

Recordar é viver

Ele próprio

O administrativo

nº 10



"Estou a pensar jogar mais um ano. Se não arranjar ninguém para número 10... jogo eu", ironizou o ex-jogador, quando questionado sobre se o argentino Pablo Aimar poderia ser o novo dono da camisola 10.

segunda-feira, 12 de maio de 2008

Videos - Despedida

Saída do relvado





Volta ao estádio



Conferência de Imprensa

E depois do adeus?



Rui Costa é, teimosamente, uma fonte inesgotável de avaliações e não teria valido a pena incomodar-se em ser o «melhor em campo» no seu derradeiro jogo para que deixasse atrás de si um rasto profundo de inapagável saudade.

Mesmo para quem anda nestas vidas há dezenas de anos, o abandono de Rui Costa como que nos arrasta para duas questões:

- que sublime feitiço manteve o maestro tão ligado à «sua gente» (como lhe chamou)?

- que estranha simbiose de sentimentos, onde se entrelaçam a gratidão com a saudade; o respeito com a nostalgia; a admiração com a tristeza, numa amálgama que encanta até às lágrimas?

A resposta inteira aparece na singularidade de ser quem é. Sem lamechices, apenas com verdade: foi imenso o que Rui Costa ensinou ao futebol, ao longo de uma carreira invejável. Num espaço de competição doentia e obstinadamente feroz como é o futebol, o «10» foi sempre alguém contrastante, desenquadrado de padrões comportamentais tidos como identificativos dos vencedores. Vejamos:

- ganhou sem espezinhar os adversários;

- foi exemplar na genuína humildade com que conviveu com os que deixou derrotados;

- foi genial sem, em algum momento, enxovalhar quem se lhe opôs.

Quando ontem, destroçado pelas emoções, abandonou o estádio da Luz, ter-lhe-á sido inevitável uma inventariação, ainda que breve, do que fora a sua caminhada ao longo de dezoito anos de profissional. No resultado dessa rebobinagem terá encontrado razões de sobejo para dormir descansado porque, sendo certo que o futebol lhe proporcionou muito - vitórias, títulos, fama, prosperidade material -, ele deu muito mais ao futebol - talento, magia, genialidade e um comportamento humano que pode servir de sebenta, cábula ou catecismo a todos os profissionais de futebol, desde aqueles que destilam vaidade e arrogância e se julgam «grandes», até aos que têm o mundo a seus pés.

Ontem, perante mais de 50 mil espectadores, o maestro empunhou a batuta e ofereceu o seu último concerto e, no final, muitas vezes teve que aparecer na boca de cena para os agradecimentos. Talvez ele também não tivesse pressa em se retirar, em se despedir, em abandonar o seu palco de felicidade. A última composição chamou-se «saudade» e ameaça ficar eternamente nos corações dos amantes do futebol.

E depois do adeus? ...O ficarmos sós!...

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Rui Manuel César Costa, tem nome de Imperador, mas apelidaram-no de «Maestro», aos 36 anos deixa os relvados, por onde 18 anos como profissional espalhou classe e magia. Este Domingo, contra o Vitória de Setúbal, dá os seus últimos "chutos" na bola. Numa entrevista exclusiva à Antena 1, ao jornalista Paulo Sérgio - Rui Costa abre a «Alma».





Rui Costa nesta entrevista e de forma emocionada deixa um «enorme» obrigado "Por tudo o que me deram durante os 18 anos como profissional, saio como sempre desejei - a bem com o futebol e a bem comigo como pessoa."

O médio que percorreu Estádios do Mundo, recorda o velhinho Estádio da Luz. " É a Catedral, onde consegui ser mais Rui Costa - este é mais bonito -, mas o outro tinha magia."

Sobre o futuro o «Maestro» diz: "complicado mas ao mesmo tempo aliciante por ser onde é (Benfica)."

Fiorentina o «seu» paraíso, onde viveu 7 «deliciosos» anos como futebolista, uma 2.ª pátria. Nesta entrevista Rui Costa fala ainda de Scolari : " Um dos treinadores mais experientes do futebol mundial."

Até sempre Rui Costa.

Texto de Carlos Barros

Fonte


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Ninguém fica indiferente à carreira do «Maestro», e à forma como sempre se comportou, dentro e fora dos relvados. Por isso também os jornalistas acabaram por encontrar uma forma de homenagear o antigo internacional português, que este domingo encerrou a carreira.

A última conferência ficou marcada pela emoção e pela boa disposição de Rui Costa, e no final, quando o jogador se levantou, foi brindado com aplausos, por parte dos profissionais da comunicação social que acompanharam o último jogo de um homem que deixou marca no futebol português.

A última Sinfonia

No final do encontro com o Vitória de Setúbal, que os "encarnados" vencerem por 3-0, Rui Costa, no centro de relvado do Estádio da Luz, agradeceu aos adeptos da "águias" as "lições de vida" que recebeu no clube desde os nove anos de idade.

"Obrigado. Obrigado por tudo aquilo que me deram e por me terem ensinado a viver este clube. Terminei aquilo que comecei com nove anos de idade. Estou orgulhoso de ter acabado desta forma. Acabo feliz", disse Rui Costa, visivelmente emocionado.

Antes de falar aos adeptos, o número "10", que recebeu a visita do seu filho mais velho no relvado, deu uma volta de honra no "seu" Estádio da Luz, ao som de "Un'altra Te" de Eros Ramazzotti, distribuindo camisolas e cachecóis.

Rui Costa deu os seus últimos passos no "inferno" da Luz como jogador de futebol, quando foi substituído aos 88 minutos, recebendo aplausos, não dos adeptos, mas de jogadores "encarnados" e do Vitória de Setúbal, assim como do árbitro portuense Jorge Sousa.



Autor do video: Encarnados

segunda-feira, 28 de abril de 2008

O Adeus



O "maestro" não esconde que sente alguma tristeza à medida que se aproxima o seu último jogo, mas garante que a sua decisão foi ponderada.

"Não escondo que começa a vir à cabeça que estamos mesmo na recta final. Claro que já tenho saudades, mas da mesma forma que saí da selecção ponderando bem a minha saída também o fiz agora"

"Mais do que pensar na tristeza do último momento dentro do campo quero pensar na alegria de todos estes últimos momentos e vou vivê-los com a maior intensidade possível".

"De forma alguma gostaria de ver a minha camisola pendurada porque neste clube passaram dezenas e dezenas de grandes campeões. Num clube onde nem a camisola do Eusébio saiu seria impensável que eu aceitasse isso".

Dois jogos que o "maestro" guarda com emoção são o encontro com o FC Copenhaga "numa altura em que muita gente duvidava das minhas capacidades" e a partida com a Naval, "em que fiz aquele golo a rodar o defesa e, a determinada altura, na segunda parte, num pontapé de canto, o estádio levantou-se todo e começou a gritar o meu nome".

Fonte: RTP

sexta-feira, 25 de abril de 2008

sábado, 19 de abril de 2008

Entrevista exclusiva de Rui Costa ao site www.camisola10.com







scp - slb rui costa

Il Maestro no aquecimento antes do jogo a agradecer os apoios vindos da bancada benfiquista.

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Grandeza

Rui Costa, jogador do Benfica, depois da derrota diante do Sporting (3-5) no Estádio de Alvalade, em jogo da meia-final da Taça de Portugal:

«É inexplicável, em meia-hora na segunda parte sofremos cinco golos. Ainda não estou acordado».

A equipa encolheu-se na segunda parte?
«Não conseguimos fazer frente ao poderio ofensivo do Sporting na segunda parte. Eles meteram mais homens no ataque e nós não conseguimos equilibrar o jogo, manter a bola e cobrir os espaços que era para cobrir. O Sporting foi muito agressivo na segunda parte na zona ofensiva e nós não conseguimos controlar isso».

O que pensou ao intervalo?
«Agora podemos achar tudo. Quem saiu do campo há pouco tempo e vai para o intervalo a ganhar por 2-0, é difícil encontrar uma explicação».

O que espera do próximo jogo com o F.C. Porto?
«Este foi um tombo grande de uma equipa que não conseguiu fazer um grande ano, mas que tem uma camisola para honrar. Vamos passar estes dias até ao jogo do Dragão a ganhar espírito».

Qual é o sentimento por este ter sido o seu último derby, que até começou com um golo seu?
«É evidente que é de tristeza, mais do que por ser o último derby, por termos tido o pássaro na mão para chegar à final da Taça e termos perdido essa oportunidade. Trocava o meu golo pela passagem na eliminatória».

É um final de época que não esperava para acabar a carreira?
«De forma alguma. Mas são contingências do desporto e da vida, tem de ser aceite dessa forma».

Alguma palavra para os adeptos?
«Antes demais o meu obrigado pelo facto de, num ano como estes, os nossos adeptos terem aparecido da forma como apareceram. Obrigado pela ajuda que deram à equipa e as minhas desculpas por não termos conseguido retribuir».

O segundo lugar ainda é possível?
«Perguntam isso porque perdemos agora para a Taça. Esta é uma camisola muito pesada, tem uma história muito grande e quem a representa tem de a saber honrar até ao fim. Portanto, vamos até ao fim a acreditar que é possível».

Esperava acabar a carreira sem um título?
«Não. Lutei para que isso fosse possível».

Entrevista concedida ao Mais Futebol

terça-feira, 15 de abril de 2008